As Principais manchetes para essa Segunda Feira

17 jul 2017

Principais manchetes do dia

Brasil

·         O IPC-S da segunda quadrissemana de junho mostrou queda de 0,05%, deflação menor que o -0,09% estimado pelo mercado. Na passagem da primeira semana, quando mostrou queda de 0,18%, para segunda semana, os destaques são a manutenção da deflação de 0,44% de Alimentação, a aceleração de Habitação, de -0,29% para 0,17%, e Educação, de 0,25% para 0,49%, e a aceleração da deflação de Transportes, de -0,51% para -0,55%. Entre as principais influências positivas estão plano e seguro de saúde (0,95%), passagem aérea (10,34%) e taxa de água e esgoto (0,97%). Entre as principais influências negativas estão gasolina (-2,43%), batata-inglesa (-23,88%) e etanol (-3,61%).

·          O IGP-10 de julho apontou deflação de 0,84% MoM, a expectativa do mercado estava em -0,89% MoM e da CM Capital em -0,97% MoM. Os preços ao consumidor (IPC) passaram de 0,21% MoM para -0,17% MoM, acompanhando principalmente os avanços das deflações de Alimentação, de -0,44% para -0,48%, e Transportes, de -0,11% para -0,58%. Os preços ao produtor (IPA) ampliaram a queda, de -1,17% para -1,32%, os agropecuários passaram de -1,15% para -2,52%, e os industriais de -1,18% para -0,90%. O custo da construção civil (INCC) desacelerou de 0,92% MoM para 0,62% MoM.

·         Na agenda de indicadores desta semana, entre os dias 17 e 21 de julho serão divulgados Arrecadação Tributária, com expectativa de R$ 102,5 bilhões em junho, e CAGED, cuja mediana aponta o saldo positivo de 30 mil postos de trabalho. Terça-feira (18) nada, na quarta-feira (19) tem IPC-FIPE da segunda quadrissemana estimado em 0,02%, segunda prévia do IGP-M, estimado em -0,81% MoM em julho, e dado semanal de Fluxo Cambial, lembrando que na primeira semana foi registrada a saída de US$1,19 bilhão. Quinta-feira (20) será divulgado o IPCA-15 de julho, o mercado estima -0,11% MoM e 2,86% YoY, a CM Capital estimou -0,10% MoM. Na sexta-feira (20) o Banco Central divulgado dados de contas externas, o mercado estima para conta corrente um saldo positivo de US$ 1,375 bilhão e para investimento estrangeiro direto uma entrada de US$ 2,5 bilhões.

China

·         Ontem, foram divulgados dados de atividade. O PIB referente ao 2° trimestre mostrou alta de 1,7% QoQ e 6,9% YoY, na medição anual o dado veio acima dos 6,8% YoY estimado pelo mercado. A manutenção do ritmo de crescimento é atribuída ao comércio externo. Em junho, a Produção Industrial mostrou alta de 7,6% YoY, acima dos 6,5% YoY previsto pelo mercado, e Vendas no Varejo cresceu 11% YoY, acima dos 10,6% YoY estimado.

Estados Unidos

·         A semana começa tranquila, com Empire Manufacturing às 9h30. Terça-feira (18) tem índice de preço importado, com expectativa de -0,2% MoM em junho, e índice NAHB de preço de moradia. Na quarta-feira (19) serão divulgados dados da construção civil em junho, Housing Starts e Building Permits estimados em 6,2% MoM e 2,8%, respectivamente. Quinta-feira (20) nada muito relevante, dados semanais de seguro desemprego e índice do FED da Filadélfia, e sexta-feira (21) nada previsto.

Europa

·         Hoje saiu o CPI da Zona do Euro de junho, em linha com o esperado, desacelerando de 1,4% YoY para 1,3% YoY, diminuindo um pouco a urgência do BCE em reverter a política monetária por lá. O núcleo da inflação, contudo, voltou ao patamar de 1,2% YoY, pouco acima do 1,1% esperado, indicando que, agora, a inflação está menos concentrada nos preços de energia, principal argumento para manter a política ultra expansionista quando o CPI avançou no início deste ano.

·         Quinta-feira tem decisão de política monetária por lá, e, apesar de o mercado esperar manutenção das taxas de juros em 0% (básica) e -0,4% (depósito), a comunicação deve sofrer alguma alteração. Os analistas acreditam que o BCE deve suprimir a menção sobre estender as compras de ativos além do final deste ano caso haja necessidade, tirando o viés expansionista do comunicado, passando a um texto considerado neutro. Conforme mencionamos na semana passada, 50% dos analistas espera um anúncio de tapering na reunião de setembro, quando o Banco disporá de suas novas projeções; 25% deles apostam em um final abrupto das compras, e 25% acreditam que as compras devem continuar. Com relação a Mario Draghi, a expectativa é que ele “abaixe o tom” com relação à possibilidade de reversão da política, após ter causado certa volatilidade no Euro após seu pronunciamento em Sintra.

·         Na agenda da Zona do Euro esta semana, tem ainda as pesquisas ZEW de confiança, amanhã, com expectativa de desaceleração marginal, os dados da Construção Civil, na quarta-feira, o resultado da Conta Corrente de maio, na quinta, e as Vendas no Varejo italianas, na sexta.

Reino Unido

·         Na agenda do Reino Unido, o destaque está para o CPI de junho, que será divulgado na terça. A expectativa é de manutenção do patamar de 2,9% YoY do mês passado, o que segue pressionando o BoE por conta de a inflação estar rodando acima da meta e corroendo o poder de compra das famílias, visto o desaquecimento dos salários. O comitê de política monetária se reúne dia 3 de agosto.

·         Além disso, esra semana tem fala de Mark Carney, também na terça, à tarde, depois da divulgação dos dados da inflação. Na quinta tem Vendas no Varejo e, sexta, tem Resultado do Setor Público de junho.

Mercados e Commodities

·         Os mercados asiáticos fecharam sem direção definida. Tóquio não operou devido feriado nacional, Hong Kong avançou 0,31%, Seul subiu 0,43% e Shanghai caiu 1,43%, apesar do PIB da China ter avançado acima do esperado, mantendo o ritmo de crescimento em 6,9%. Os mercados chineses foram pressionados pela perdas de ações de pequenas empresas, após Pequim sinalizar o reforço do controle no mercado financeiro. Também houveram temores relacionados aos alertas negativos de lucros de empresa com baixa capitalização. Na Oceania, Sydney perdeu 0,17%.

·          Na Europa, os mercados operam com sinais mistos, os futuros de Nova York apontam para abertura no negativo. Houve um impulso vindo dos dados de atividade da economia chinesa, mas que não foi suficiente para contrabalançar a as preocupações atreladas à segunda rodada do Brexit em Bruxelas, e a apreensão com a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

·          Os contratos futuros do petróleo operam sem direção única, numa sessão volátil. Os primeiros vencimentos do Brent e WTI exibem -0,06% e +0,08%, respectivamente, às 8h06. Mais cedo, a China divulgou que reduziu sua produção de petróleo bruto em 5,1% no primeiro semestre ante igual período do ano passado e ampliou as importações da commodity em 14%.

·          A cotação do minério de ferro no porto de Qingdao fechou com alta de 1,63%. O contrato futuro do minério de ferro na China, pelo Dalian Commodity Exchange, subiu 3,13%. O primeiro vencimento do cobre mostrava alta de 0,91%, às 8h09, na London Metal Exchange.

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