As Principais manchetes para essa Quarta Feira

19 jul 2017

Principais manchetes do dia

Brasil

·         O IPC-FIPE da segunda semana de julho veio abaixo dos 0,02% previsto pelo mercado, o dado passou de 0,05% na primeira semana para -0,15%. O arrefecimento do índice é justificado pela desaceleração de Habitação, de 0,88% para 0,11%, aceleração na deflação de Transportes, de -0,33% para -0,49%, e manutenção de Alimentação no patamar negativo, de -0,83% para -0,74%.

·         A segunda prévia do IGP-M mostrou deflação de 0,71% MoM, o mercado esperava queda de 0,80%. Os preços ao consumidor (IPC) passaram de 0,01% MoM para 0,04% MoM, os grupos que sofreram as alterações mais relevantes nas variações são Transportes, de -0,17% para -0,48%, e Habitação, de 0,19% para 0,41%. Os preços ao produtor (IPA) ficaram praticamente no mesmo patamar, de -1,16% MoM para -1,14% MoM, os preços agropecuários passaram de -1,39% para -2,53%, e os industriais desaceleraram a queda, de -1,07% para -0,66%. Entre as maiores influências negativas estão óleo diesel (-6,83%), batata-inglesa (-42,85%) e milho (-7,05%). Entre as maiores influências positivas estão soja (1,73%), tomate (46,45%) e óleos combustíveis (2,05%). Os custos da construção civil (INCC) desaceleraram de 1,33% MoM para 0,13% MoM.

·         Na agenda de indicadores, apenas o dado semanal de Fluxo Cambial às 12h30, lembrando que na primeira semana foi registrada a saída de US$1,19 bilhão. Na esfera corporativa, ontem a abertura de capital do Carrefour Brasil na B3 movimentou R$ 5,125 bilhões, há previsão de entrada de novos fluxos de investidores estrangeiros para as próximas operações agendadas. A precificação da oferta pública inicial (IPO) da companhia do setor farmacêutico Biotoscana está marcada para sexta-feira (21) e as ofertas do ressegurador IRB Brasil Re e da companhia do setor de energia renovável Ômega Geração, na próxima semana.

Estados Unidos

·         Agenda esvaziada esta semana, hoje apenas dados da construção civil às 9h30, Housing Starts e Building Permits estimados em 6,2% MoM e 2,8% MoM, respectivamente, em junho.

Europa

·         Agenda está bem vazia na Zona do Euro hoje, contanto apenas com o resultado da Produção de Construção de maio, que apresentou variação de -0,7% MoM e +2,6% YoY, com quedas mensais tanto na atividade de engenharia civil quanto na construção de prédios.

·         O mercado por lá aguarda a decisão do BCE, amanhã, que deve manter as taxas de juros inalteradas em 0,0% e -0,4%, e o programa de compras de ativos até dezembro deste ano. Mas o foco desta reunião é a possibilidade de a comunicação da ata mudar, para um tom mais hawkish, suprimindo a possibilidade de estender o uso dos instrumentos expansionista “caso haja necessidade”. O mercado deve acompanhar também a fala de Mario Draghi, após ele, que tradicionalmente é dovish, ter surpreendido em sua última aparição mais relevante, em Sintra.

Reino Unido

·         Agenda vazia hoje, com o mercado digerindo o CPI mais fraco que o esperado, divulgado ontem, que retira um pouco da pressão sobre o BoE por elevação dos juros. Apesar disso, o próprio presidente do BoE, Mark Carney, admitiu que a tendência é que a inflação permaneça acima da meta por um tempo, uma vez que é fundamentada na desvalorização recente da libra.

Mercados e Commodities

·         Os mercados asiáticos fecharam no positivo, mas alguma cautela foi mantida devido às decisões de política monetária que acontecem amanhã, no Japão e na zona do euro. Shanghai subiu 1,36%, refletindo a atuação do Banco do Povo da China (PBoC) que injetou 170 bilhões de yuans (US$ 25 bilhões) líquidos no mercado monetário, após liquidar 140 bilhões de yuans na terça-feira (18). Hong Kong ganhou 0,56%, Seul avançou 0,16% e Tóquio teve alta de 0,10%, o iene avançava apenas 0,05% frente ao dólar às 7h55. Na Oceania, Sydney ganhou 0,79%. Na Europa, os mercados operam majoritariamente em alta, em reação aos balaços corporativos, as ações de tecnologia lideravam os ganhos. Os futuros de Nova York operavam sem direção definida às 7h57.

·         Os contratos futuros do petróleo operam em alta, os primeiros vencimentos do Brent e WTI exibem 0,51% e 0,37%, respectivamente, às 7h58. Mais cedo, os contratos caíam, ainda refletindo dados mistos divulgados ontem pelo American Petroleum Institute (API). Segundo o API, o volume de estoque de petróleo bruto aumentou 1,6 milhão de barris na semana passada, enquanto os estoque de gasolina e destilados sofreram redução. Às 11h30, o Departamento de Energia (DoE) dos EUA, divulgará a pesquisa sobre estoque, a expectativa é uma queda de 3,5 milhões no estoque de petróleo bruto.

·         A cotação do minério de ferro no porto de Qingdao fechou com alta de 2,03%. O contrato futuro do minério de ferro na China, pelo Dalian Commodity Exchange, subiu 3,70%. O primeiro vencimento do cobre mostrava queda de 0,33%, às 8h02, na London Metal Exchange.

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