Principais manchetes para essa Quarta Feira

21 jun 2017

Principais manchetes do dia

Brasil

·         Agenda de indicadores vazia hoje, contando apenas com o Fluxo Cambial, que o BC divulga às 12h30. Fora isso, o mercado deve olhar para o político.

·         Os destaques hoje nesse campo são dois: primeiramente, a decisão do STF, se mantém ou não os termos da delação dos executivos da JBS. A expectativa é que cinco ministros acompanhem o relator, Edson Fachin, e votem por manter. Será discutido na sessão de hoje se Fachin tem competência para homologar o acordo, se os benefícios concedidos aos empresários são proporcionais ao conteúdo da delação e se esses empresários se enquadram como “líderes de organização criminosa” ou não.

·          Além disso, se destaca também a delação de Lúcio Funaro. Ontem à noite foi divulgado depoimento em que ele acusa o presidente, Michel Temer, de intermediar doação de recursos ao PMDB e além de ter conhecimento sobre as propinas da Odebrecht nos contratos com a Petrobrás.

·         O presidente segue na Rússia e deve se encontrar hoje com o presidente Vladmir Putin.

Estados Unidos

·         Em dia de agenda vazia, repercute por lá a fala do dirigente do Fed de Dallas, Robert Kaplan, que fez comentários dovish após o fechamento de ontem. Além disso, na agenda por lá tem apenas as vendas de imóveis usados, às 11h00, e a variação dos estoques de petróleo, às 11h30.

·         Esta manhã os mercados olham com certo pessimismo a queda recente dos contratos futuros de petróleo, que abriram o dia com forte queda, e agora operam mais próximo ao preço de abertura. Especialistas afirmam que o acordo da OPEP, de novembro, para segurar a produção (e os preços) acabou incentivando a produção nos Estados Unidos, de modo que a oferta global aumentou. O número de hoje tem potencial de derrubar ainda mais os preços, caso venha acima do esperado.

Europa

·         Sem agenda relevante na Zona do Euro. Teve apenas a publicação do relatório mensal do BCE por lá, em que “alfinetou” o governo nos Estados Unidos. O Relatório afirma que os riscos financeiros globais parecem ter diminuído, com uma comunicação cuidadosa por parte do Fed, uma melhora no cenário das economias emergentes e um afastamento dos riscos de curto-prazo da China. Contudo, novas “fontes de risco” surgem, particularmente advindas da nova administração dos Estados Unidos, de viés protecionista, que podem ter efeito significativamente negativo à economia global.

Reino Unido

·         No Reino Unido, teve resultado primário do Setor Público de maio agora de manhã, melhor do que o esperado. A Necessidade de Financiamento foi de £5,993 bilhões, ante expectativa de £7,0 bilhões, agregando o segundo mês positivo no ano fiscal que começou no último abril. A libra, que abriu em queda diante do pessimismo generalizado por lá por conta dos riscos com o Brexit, recuperou as perdas diante do resultado fiscal.

·         Em seguida, em pronunciamento em Yorkshire, o economista chefe do BoE, Andrew Haldane, justificou a recuperação da moeda inglesa, que chegou a passar a +0,50%, afirmando que os juros por lá podem subir “muito antes das expectativas”, diante da aceleração da inflação para 2,9%. Haldane disse que considerou votar pela elevação já na reunião de junho, mas a possibilidade de a atividade desacelerar muito mais do que o previsto e a dificuldade de valorização dos salários por lá o fizeram esperar “mais tarde deste ano” para tomar tal decisão.

·         Agora de manhã também tem fala programada da Rainha da Inglaterra, em que deve discursar sobre o Brexit, também com potencial de influenciar a libra.

Mercados e Commodities

·         Os mercados asiáticos fecharam em queda, à exceção de Shanghai, que registrou alta de +1,17%. Nikkei fechou com -0,45%, Hang Seng com -0,57%. Na Europa, as bolsas operam todas em queda. DAX -0,51%, CAC -0,81%, IBEX -0,66% e FTSE -0,26%. Os futuros de NY apontam para abertura também em queda, com todo o pessimismo justificado pelas perdas no petróleo e o temor de que, abaixo dos US$ 45,00, quedas maiores se consolidem.

·         Os contratos futuros de Petróleo abriram em mais uma queda, porém agora já viraram para alta e operam próximos à estabilidade. As demais commodities estão em alta. As moedas dos emergentes, em geral, operam em queda.

Fonte: Capital Markets

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